O PROCESSO EVOLUTIVO DA MOEDA – De moedas-utensílios a soberania socioeconômica



O formato das versões inicias lembram os utensílios e objetos indispensáveis à vida cotidiana da época. Existiam moedas com formato de pão, machado, *trípodes, facões, espetos e moedas em formato de anéis, cujo sucesso derivou não apenas de seu uso ornamental, mas do valor mágico atribuídos a elas.

Surgiram logo depois as moedas em forma de barras e os chamados lingotes, aproximando-se do formato que viria a ser consagrado nos tempos atuais. Na primeira metade do século VII a.C., foram criadas moedas a partir de pequenos globos ou círculos de metal. Sobre eles os comerciantes marcavam seu sinete, sinal ou marca como garantia do peso e qualidade do metal amoedado. Mais tarde o método de marcação por sinais foi aperfeiçoado, criando-se uma inscrição padrão que indicava a origem e o valor da moeda.


Nessa época, o estado intervém no primitivo sistema monetário, reivindicando para si o direito de cunhagem de moedas e vetando-o aos particulares. A moeda enfim, nasceria e logo transformaria o comércio, tornando-se indispensável para a prosperidade das sociedades que dela fazem uso. As moedas colocaram povos distantes em contato e se tornou a soberana do mundo socioeconômico que conhecemos.  


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