CRUZEIRO - Livro conta a história da moeda Brasileira a partir dos Cruzeiros da década de 1940.


Logo na capa percebemos que o livro Cruzeiro: Vida e Metamorfose, 1942 - 1994 tem a proposta de contar a história do Brasil através da linha do tempo da moeda. Ainda não tivemos contato com a publicação para que possa ser passada aos amigos uma impressão do livro, mas sabemos que ele será simples em sua linguagem e que não oferecerá nada de novo aos numismatas e colecionadores mais experientes. O livro será uma publicação entusiasta acima de tudo. Não espere termos técnicos ou grande detalhamento do material analisado. O autor reitera que todas as cédulas possuem uma influência histórica, que, precisam ser contadas de maneira mais simples e popular.

Para contar a história de uma maneira mais simples o frei que também é colecionador, estudou livros sobre as cédulas e moedas brasileiras. Ele destaca que o foco da pesquisa era usar um poder de síntese sobre o uso do dinheiro no Brasil. “O livro tem a história organizada como um banco de dados, desde a antiguidade, e ainda traz informações relevantes sobre as moedas particulares e moedas comunitárias no Brasil. Meu trabalho foi para diferir as cédulas e colocá-las em seus lugares históricos”, diz. Ele destaca que mesmo tendo mudado inúmeras vezes, a nossa moeda sofreu a maior metamorfose no primeiro período dos cruzeiros, até ser substituída pelo Real, em 1994. “Com todos esses dados, eu apresento a biografia dos 36 homenageados em nosso dinheiro. Fiz uma pesquisa imensa para garantir um valor explicativo, simples e que valorizasse a história do nosso País, que foi contada através das moedas. Muitos livros didáticos e outros textos não trazem muitas dessas informações”, destacou frei Hermínio.

O lançamento do livro aconteceu no último dia, 28 de maio. Os primeiros 300 exemplares vendidos vieram acompanhados de uma cédula em estado “flor de estampa”, e que recebe destaque no livro. “Isso é um brinde para motivar os colecionadores a continuarem pesquisando e para instigar aqueles que querem começar. A curiosidade pessoal motiva tudo”, finaliza o  autor.

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